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ELEMENTOS DE TOMADAS DE DECISÕES
PREMISSAS SOBRE A DECISÃO –O ato de tomar decisão é inerente a todos os
seres humanos. Este ato acontece nas mais variadas circunstancias, idade e
posições sociais dos indivíduos. A simples escolha de um programa de TV ou de um
vestuário envolve um processo de tomada de decisão. Também os animais tomam
decisões. O predador quando escolhe o caminho e o momento para atacar à presa,
está tomando uma decisão. Simon (1965, p. 54),
Simon diz que a decisão, de modo genérico, possui dois objetivos:
A ação no momento e a descrição de um futuro - Esta ação no momento
possui uma qualidade imperativa, pois seleciona um estado de coisas futuras
em detrimento de outro e orientam o comportamento rumo à alternativa
escolhida.
A descrição de um estado futuro - Num sentido estritamente empírico, pode
ser correta ou errada.
DEFINIÇÃO DE DECISÕES – Há diversas maneiras de se definir os
problemas. Com termos ou palavras diferentes, todas as definições
demonstram a mesma idéia básica: um problema é uma situação que causa
ou provoca frustração, irritação, interesse ou desafio. A oportunidade pode ser
vista da mesma forma; é uma situação que cria interesse e sensação de
desafio por causa da expectativa de recompensa. Maximiano (2000, p. 139-
140)
Figura 2 –Características de Problemas e oportunidades que exigem decisões.
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Fonte: MAXIMIANO, Introdução à Administração. 2000, p140
Logo entendemos que dentre uma decisão podemos ter duas situações:
1. Problema - Caracterizam-se problemas quanto à situação despertar a
frustração, irritação, percepção do real e ideal e perspectiva de prejuízo.
2. Oportunidade – E caracterizam-se oportunidades quando a situação
despertar o interesse, desafio e perspectiva de recompensa.
PROCESSO DECISÓRIO - O processo decisório é composto por fases
que são expressos através de uma seqüência de etapas que vai desde a
identificação de uma determinada situação até a escolha e colocação da
melhor maneira a ser solucionado o problema. Quando a decisão é
colocada em prática, o ciclo se fecha. Quando uma decisão é colocada
em prática cria-se uma nova situação, que pode gerar outras decisões
ou maneiras de se resolver os problemas. Maximiano (2000, p. 141),
Figura 3 –Principais etapas do processo decisório.
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Fonte: MAXIMIANO, Introdução à Administração. 2000, p141.
Sendo assim entendemos que o processo decisório é composto por quatros
etapas que são considerados fundamentais para se tomar uma decisão, dentre as
etapas podemos afirmar que:
? Identificação do problema ou oportunidade –Situação de frustração,
interesse, desafio, curiosidade ou irritação.
? Diagnóstico – Análise do problema ou oportunidade, tentativa de
compreender a situação.
? Geração de Alternativa – Processo de criar formas de resolver o
problema ou aproveitar a oportunidade.
? Decisão –Avaliação, comparação e escolha de alternativas.
CONTRATAÇÃO OU IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA OU PORTUNIDADE
Segundo Maximiano (2000, p. 148). O processo de resolver um problema ou
tomar uma decisão começa com uma situação de frustração, interesse, desafio,
curiosidade ou irritação. Há um objetivo a ser atingido e apresenta-se um obstáculo
ou acontece uma condição que se deve corrigir, ou está ocorrendo um fato que
exige algum tipo de ação, ou apresenta-se uma oportunidade que pode ser
aproveitada. Essa é a fase em que se percebe que o problema está ocorrendo e que
é necessário tomar uma decisão.
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DIAGNÓSTICO
Uma vez constatado o problema ou oportunidade, os fatos são estudados. O
tomador de decisões faz a análise da situação ou problema, para entender o que
está acontecendo ou vai acontecer. Maximiano (2000, p. 148).
Tratando-se de um problema rotineiro,provavelmente basta aplicar a solução
padronizada que se aplique.
Se o problema foge da rotina, o gerente deve procurar e analisar todas as
informações relevantes a respeito do problema de suas causas.
A análise é condicionada, entre outros fatores, pela urgência e importância do
problema.
GERAÇÃO DE ALTERNATIVAS
A fase de geração de alternativas consiste em criar formas de enfrentar o problema
ou aproveitar a oportunidade que se apresenta.
Muitas vezes, as alternativas já vêm junto com o problema ou oportunidade.
Nesses casos, o processo decisório avança para a fase seguinte, de avaliação das
alternativas preexistentes. Maximiano (2000, p. 149).
Se não há alternativas prévias. Então, para resolver o problema, devem-se gerar
idéias ou maneiras de remover os obstáculos.
Assim, o processo de resolver problemas é um processo de gerar idéias.
A geração de idéias é um processo que depende de criatividade estimulada por
informações.
GERAÇÃO DE IDÉIAS –BRAINSTORMIN
O Brainstorming é uma técnica freqüentemente usada com pequeno grupo de
funcionários (6 a 12 participantes) para gerar um grande número de alternativas em
um curto período de tempo.
No Brainstorming, o grupo se vê diante de um problema definido pela administração,
não pelos funcionários, e esse grupo chega a potenciais soluções.
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Essa é a fase de geração de alternativas. Nenhuma crítica é expressa durante esse
processo por isso interromperia a geração de possíveis soluções.
A qualidade das soluções propostas é reforçada pelo fato de o grupo ser composto
de funcionários que possuem experiência na área e que estão familiarizando com o
problema a ser resolvido.
As soluções potenciais para o problema são anotadas em um gráfico ou quadro-
negro. Cada solução potencial é avaliada em detalhes pelo grupo apenas quando os
participantes já esgotaram suas idéias.
Uma vez que se inicia após a geração de alternativas, a fase de avaliação não
interfere com críticas na geração de soluções propostas. Essa técnica encoraja os
participantes do grupo a serem criativos e inovadores sem o medo de serem
ridicularizados pelos outros funcionários. Montana e Charnov (2006, p. 306),
Logo entendemos que o Brainstorming é recomendado quando uma empresa passa
por um problema, cuja participação da equipe seja fundamental para o apontamento
de soluções.
O Brainstorming é feito através de um grupo de pessoas da organização onde é
apresentado um tema a respeito do quais todos devem expor suas idéias livremente
e sem restrições, por mais absurdas que possam parecer.
Após a exposição, as idéias de menos importâncias vão sendo eliminadas, até
restarem apenas às idéias que parecerem viáveis. A partir daí, é feito uma análise
sem que aja a participação das pessoas que apresentaram as idéias, partindo então
para a aplicação da mesma com o objetivo de obter o melhores resultados.
AVALIAÇÃO E ESCOLHA DE UMA ALTERNATIVA –DECISÃO
Na fase final do processo decisório, as alternativas são avaliadas, julgadas e
comparadas.
Nesse ponto, a seleção de uma possibilidade envolve avaliação de seus méritos
relativos.
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O comportamento de escolher, desse modo, consiste em avaliar e julgar idéias. A
avaliação e o julgamento permitem selecionar a idéia que apresenta maiores
vantagens. Maximiano (2000, p. 149),
A avaliação de idéias é feita por meio de critérios, implícitos ou explícitos.
Um critério é um indicador de importância, que permite ponderar as alternativas e
evidenciar a decisão a ser tomada.
Em geral, o critério refere-se a uma propriedade, item ou atributo da alternativa, que
define sua qualidade ou utilidade para o tomador de decisões. Os critérios, implícitos
ou explícitos, refletem os valores do tomador de decisões.
O processo de resolver problemas completa-se quando a decisão é implementada.
A implementação ou colocação em prática da decisão é a etapa final de um ciclo do
processo de resolver problemas. Como já foi apontada, uma decisão pode gerar
outras decisões ou processo de resolver problemas.
TIPOS DE DECISÕES
Questões rotineiras ou de menor importância podem ser resolvidas através de um
procedimento. Problemas diferentes requerem diferentes tipos de tomadas de
decisão.
De acordo com os problemas e as situações variam muito em termos de natureza,
urgência, impacto sobre a organização e outros fatores. Por isso, as decisões podem
ser classificadas de diferentes maneiras. A classificação das decisões de acordo
com as situações a que se aplicam permite aos gerentes definir quanta energia e
tempo dedicarem a cada uma delas. Maximiano (2000, p. 142)
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Figura 4 - Tipos de decisões e formas de classificações.
Fonte: Fonte: MAXIMIANO, Introdução à Administração. 2000, p142.
A tabela acima demonstra que há diferentes ocorrências que podem
influenciar a uma tomada de decisão, pode-se abordar diferentes tipos para solução
de uma ocorrência, bem como, decisão programada, não programada, estratégica,
administrativa, operacional, individual, coletiva, satisfatória, maximizada ou
otimizada.
DECISÕES PROGRAMADAS E NÃO PROGRAMADAS
DECISÕES PROGRAMADAS
Segundo Francisco Lacombe e Gilberto Heilborn (2003, p. 144), as decisões
programadas são mais fáceis de serem tomadas, uma vez que tendem a ser
repetitivas, mas por outro lado tendem a ser numerosas. Para facilitar o trabalho dos
administradores, as empresas criam regras que orientam as decisões como
políticas, de normas de procedimentos, praticas e rotinas. Isto permite que as
decisões sejam tomadas não só ais depressa, mais incorporando a experiência de
situações semelhantes ocorridas.
Já para Stoner e Freeman (1985, p.184 ), esse tipo de decisão são tomadas
de acordo com Políticas, procedimentos e regras, escrita ou não, que simplificam a
tomada de decisão em situações repetitivas, limitando ou excluindo alternativas.
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As decisões programadas servem para enfrentar tanto questões complexas
quanto questões simples, se um problema se repete, e se seus componentes podem
ser definidos, previstos e analisados, ele pode ser um candidato para uma tomada
de decisão programada.
E para Maximiano (2000, p. 142), as decisões programadas são problemas
que ocorrem repetitivamente e que já são consideradas situações familiares. São
decisões que resolvem os problemas recorrentes, que acontecem todos os dias e
exigem as mesmas decisões e soluções a cada ocorrência.
Logo entendemos que decisões programadas são tomadas de acordo com
políticas, procedimentos ou regras, escritas ou não. Ajuda também na simplificação
a tomada de decisão em situações repetitivas e familiares. Porém é de grande
importância ressaltar que esse tipo de decisão limita a liberdade, pois a organização
decide o que e como fazer.
DECISÕES NÃO PROGRAMADAS
James Stoner e Freeman (1985, p, 184), esse tipo de decisão destinam-se a
problemas incomuns ou excepcionais. Se um problema não surge com freqüência
suficiente para ser resolvido por uma política, ou se for tão importante que mereça
um tratamento especial, ele deve ser resolvido por uma decisão não programada.
Ao analisarmos o Maximiano (2000, p. 143) que diz que as decisões não
programadas são problemas que não podem ser resolvidos por meio de decisões
programadas, pois as organizações não têm qualquer familiaridade ou experiência,
pois são ocorrências que se apresentam de diferentes formas.
Problemas assim precisam de soluções ou decisões sob medida, decisões
não programadas, desenvolvidas uma a uma. Essas decisões dependem, em
grande parte, de habilidades e de processos sistemáticos de analise e resolução de
problemas.
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Logo entendemos que decisões não programadas exigem soluções
específicas criadas através de um processo não estruturado para resolver problemas
não rotineiros e familiares, ou seja, incomuns ou excepcionais.
DECISÕES ESTRATÉGICAS, ADMINISTRATIVAS E OPERACIONAIS
DECISÕES ESTRATÉGICAS
De acordo com Anthony (1965, p. 180), engloba a definição de objetivos,
políticas e critérios gerais para planejar o curso da organização. O propósito das
decisões no nível estratégico é desenvolver estratégias para que a organização seja
capaz de atingir seus macros objetivos. As atividades deste nível não possuem um
período com ciclo uniforme. Estas atividades podem ser irregulares, ainda que
alguns planos estratégicos se façam dentro de planejamentos anuais ou em período
pré-estabelecidos.
Sendo assim entendemos que as decisões estratégicas são voltadas aos
planos macros. As decisões tomadas no nível estratégico normalmente têm um
grande impacto sobre o rumo da organização, geram efeitos de longo prazo e são
praticamente irreversíveis.
DECISÕES ADMINISTRATIVAS
Conforme Anthony (1965, p. 180), engloba a aquisição genérica de recursos e
as táticas para a aquisição, localização de projetos e novos produtos. As decisões
no nível tático são normalmente relacionadas com o controle administrativo e são
utilizadas para decidir sobre as operações de controle, formular novas regras de
decisões que irão ser aplicadas por parte do pessoal de operação e designação de
recursos. Neste nível são necessárias informações sobre o funcionamento
planejado, normas expectativas, pressupostos, variações a partir de um
funcionamento planejado, a explicação destas variações e a análise das
possibilidades de decisão no curso das ações.
Logo entendemos que as decisões administrativas são voltadas a criação de
recursos e controles que possa dar suporte ao nível operacional, bem como o
objetivo principal é garantir o cumprimento do planejamento e definir as metas e as
estratégias utilizadas para o alcance do objetivo.
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DECISÕES OPERACIONAIS
Segundo Anthony (1965, p. 180), as decisões operacionais abrangem o uso
eficaz e eficiente das instalações existentes e de todos os recursos para executar as
operações. A decisão no nível operacional é um processo pelo qual se assegura que
as atividades operacionais sejam bem desenvolvidas. O controle operacional utiliza
procedimentos e regras de decisões pré-estabelecidas. Uma grande parte destas
decisões são programadas e os procedimentos a serem seguidos são geralmente
estáveis. As decisões operacionais e suas ações geralmente resultam em uma
resposta imediata.
Entendemos que as decisões operacionais baseiam-se na utilização das
instalações e recursos para desenvolver as tarefas, bem como garantir um bom
desenvolvimento nas atividades exercidas. Outro aspecto que também é relevante
abordar é o fato das decisões serem quase tomas programadas, ou seja, são
situações familiares e que são solucionados com decisões pré-estabelecidas pela
organização.
DECISÕES INDIVIDUAIS E COLETIVAS
DECISÕES INDIVIDUAIS - De acordo com Maximiano (2000, p. 146), as decisões
individuais dividem-se em dois grupos: unilaterais e consultivas. Definem-se
unilaterais quando o gerente toma uma decisão sem consultar ninguém.
Normalmente são decisões programadas, mas apenas a aplicação de uma política
ou procedimento. Outras decisões que precisam ser unilaterais são as que procuram
resolver situações de conflito ou emergência. Em certos casos, as decisões
individuais podem ou precisam ser tomadas por meio de consultas a outras pessoas
ou grupos, quando há falta de informações ou algum grau de incerteza. São as
chamadas decisões consultivas. É o que acontece, por exemplo, quando há um
conflito dentro de uma equipe de funcionários.
Sendo assim entendemos que a decisão individual é tomada na maioria das
vezes por problemas familiares, ou seja, podemos definir que são solucionadas por
decisões programadas.
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Podemos afirmar também que nem sempre a decisão individual é tomada
sem consultar alguém, pois quando surge uma situação de emergência e que não
tem as informações necessárias para se basear, recorrem à consulta e informações
as outras pessoas.
DECISÕES COLETIVAS - Segundo Maximiano (2000, p. 146), as decisões coletivas
também se dividem em dois tipos principais. Há decisões que o gerente toma junto
com seu grupo de funcionários (fazendo consulta ou participando em pé de
igualdade) e há outras que o grupo toma sozinho, sem participação do gerente. Os
dois tipos são chamados decisões participativas aplicam-se a problemas que exigem
o envolvimento das pessoas para que a solução seja implantada com sucesso.
Assim como acontece com as decisões individuais, certos problemas requerem a
participação da equipe para serem tomadas. Outras podem ser tomadas diretamente
pela equipe, sem que o gerente precise se envolver. São as decisões quem foram
delegadas a um grupo auto gerido e aquelas que têm muito mais interesse para um
grupo do que para seu gerente ou para a organização.
Sendo assim podemos afirmar que as decisões coletivas não
necessariamente contam com a participação dos gestores, mas que são tomadas
por um conjunto de pessoas que focam o mesmo objetivo e resultado que trazem
benefícios a organização.
DECISÕES SATISFATÓRIAS, OTIMIZADAS E MAXIMIZADAS
DECISÕES SATISFATÓRIAS - Conforme Maximiano (2000, p. 147), as pessoas
que está resolvendo um problema, em certos casos aceita a primeira solução que
aparece, porque atende a certo objetivo ou critério. Assim, a pessoa escolhe com
base na comparação entre essa primeira escolha e o objetivo, sem que outras
possibilidades sejam consideradas. A preferência por uma decisão desse tipo,
chamada decisão satisfatória, pode se motivada por falta de tempo, informação ou
recursos. Pode também ser o resultado de preguiça de procurar uma solução
melhor. É o que acontece, por exemplo, quando se compra um produto com base no
preço, sem considerar a qualidade; ou inversamente quando se dá preferência à
qualidade, não importando quanto custa.
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Sendo assim entendemos que as decisões satisfatórias, são atitudes que são
tomadas na primeira solução em que aparece, ou seja, não é pensada e comparada
com as diversas alternativas, apenas tomam uma decisão que satisfaça a situação
do momento.
DECISÕES MAXIMIZADAS - Esse tipo de decisão é o que as empresas mais
exigem dos colaboradores contemporâneos, que tomem atitudes que tragam
maiores resultados com um custo mais baixo.
De acordo com Maximiano (2000, p. 147), a decisão que procura o melhor
resultado possível, ao custo mais baixo, chama-se decisão maximizada. A
maximização do processo decisório exige a identificação e a análise criteriosa de
todas as alternativas, que devem ser comparadas entre si. A melhor alternativa é a
que produz as maiores conseqüências positivas e reduz ao mínimo as
conseqüências negativas. É o que acontece quando se procura comprar o melhor
produto ao preço mais baixo possível.
Logo entendemos que a decisão maximizada, é aquela que antes de se por
em prática é analisada e comparada com todas as alternativas, o objetivo principal
da maximização é o melhor resultado possível, ao custo mais baixo.
DECISÕES OTIMIZADAS - Segundo Maximiano (2000, p. 147), às vezes, o tomador
de decisões procura uma solução média, que atenda a um número de critérios e
objetivos. É o que ocorre quando se procura comprar um produto que tenha certo
equilíbrio entre especificações de qualidade desejadas, como durabilidade,
aparência e preço.
Bibliografia
ANTHONY, R. N. Planing And Control Systems: A Framework Fr Analysis.
Cambrigde: havard University Press, 1965.
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CHIAVENATO, Idalberto. Administração: teoria, processo e prática 3 edição.
São Paulo; Makron Books. 2000.
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LACOMBE, Francisco e HEILBORN, Gilberto. Administração Princípios e
Tendência; Saraiva. 2003.
MAXIMIANO. Antonio Cesar Amaru. Introdução à Administração. 5 edição. São
Paulo; Atlas. 2000.
MONTANA, Patrick J. e CHARNOV, Bruce H. Administração. 2 edição. São Paulo;
Saraiva, 2003.
SIMON, H. A. Comportamento Administrativo: Estudo dos Processos
Decisórios nas Organizações Administrativas. Rio de Janeiro, 1965.
ª
STONER, James A.F. e FREEMAN, R. Edward. Administração 5 edição. São
Paulo, PHB. 1985
Revisão Bibliográfica Complementar
http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/hfe/momentos/sociedade%20discipl
inar/Sociedade%20disciplinar.htm - Acessado dia 21/09/2009 às 14:00 horas
http://home.londrina.pr.gov.br/gestaopublica/avaliacao_desempenho_saude20
08/dec359_2008_anexo1.pdf - Acessado dia 24/09/2009 às 13:00 horas.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Panoptismo - Acessado dia 26/09/2009 às 11:35
horas.
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quinta-feira, 15 de outubro de 2009
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